Outubro 28, 2011
Categorias: zonafranca . . Autor: associação zona franca . Comentários: Deixe um comentário

STEFHAN ALMEIDA, músico cabo-verdiano, nasceu na Cidade de Mindelo, Ilha de S. Vicente, em 1989. Filho do célebre instrumentista BAU, começou a tocar aos 6 anos de idade e aos 10 deu o primeiro concerto com o pai no Café Music no Mindelo. Em 2007 participou num curso de iniciação de guitarra com a mestre JÚLIA CAVICCHIONI num projecto da Associação Cultural Italiana (Baule Dei Suoni). Aos 16 começou a acompanhar músicos experientes como BIÚS, GABRIELA MENDES, DUDÚ ARAÚJO, em vários festivais de música. Chegou a Lisboa em Março de 2011 e já acompanhou músicos como TITO PARIS (Casa da Morna), TOY VIEIRA, HUMBERTO RAMOS, ARMANDO TITO, NANCY VIEIRA e participou recentemente no novo album do RUI VELOSO (“A espuma das canções”).
quinta 27/10
22h Zona Franca no bartô
Som Alvo é uma estória auditiva e visual dos últimos anos, na perspectiva pessoal e subjectiva do autor. Recorre a gravações-de-campo (e de-cidade), posteriormente triadas e editadas e, nesta ocasião, com a companhia de instrumentos e de manipulação em tempo real, procede à construção sonora de um rol de paisagens e ambientes.
Gravações-de-campo, teclados, percussão e sopros, laptop e controladores, projecção vídeo: Nuno Morão.
Duração: 40’
hoje 4ª feira, cancela-se a tertúlia prevista, mas o bar lá está com música e boa disposição, para acolher quem atravesse o frio para chegar até nós.
na 5ª é vez de ouvir e ver o projecto Som Alvo de deriva sonoplástica de Nuno Morão.
na 6ª feira a noite é de virtuosos do jazz que prometem fazer tudo para que a terra continue a girar.
sabado o dancing promete e no domingo fechamos a semana com mais uma noite fervorosa de sons caboverdianos.
Mário da Silva é um artista multifacetado cujo talento se tem revelado tanto nas artes plásticas (pintura e escultura) como na música ou mesmo no cinema. Mas é enquanto músico que Maio Coopé - nome artístico que adoptou e cuja origem se prende com o facto de ter estado ligado durante alguns anos à comunidade de cooperantes europeus em Bissau – é mais conhecido, tanto na Guiné-Bissau como internacionalmente. Maio Coopé reside em Portugal há mais de uma década. A sua música tem uma forte expressão artística e identitária e desperta grande empatia no público.
Munido de sintetizadores da penúltima geração e dum acordeão de 14 kg, o músico Manuel Lobo, sob o alias de Garcia da Selva, presta homenagem ao Médio Oriente num concerto a não perder, nas caves do Chapitô, no centésimo primeiro aniversário da República Portuguesa.
com LBC, Chullage, e muitos mais convidados…
seja em Luanda, na Cova ou na Arrentela, quando um bastão cai no corpo de um irmão ou de uma irmã deixa sempre a mesma marca. reunimos indignações faladas e cantadas contra a escalada da repressão policial, nos bairros aqui ao lado e em todas as ruas onde se luta contra ditaduras. exemplos da resistência pela palavra prometem dar voz a todas e todos cuja resposta que obtêm do Estado, quando se tentam erguer, é a força dos bastões, balas, prisões, ameaças e represálias ferozes.
6ª feira 21/10 – 22h I Bartô, o bar do Chapitô I entrada gratuita
Quinta-feira, 20 de Outubro, pelas 22h, no Bartô, o bar do Chapitô.
“Regresso às conversas vadias” com Adelino Gomes – projecção do episódio e reflexão sobre o legado de Agostinho da Silva
Filósofo, professor, pensador, exilado, caminhante errante. Foram muitas as gavetas em que o quiseram encaixar, mas, na verdade, Agostinho da Silva foi tudo isto ao mesmo tempo e muito mais. Em 1990, quatro anos antes da sua morte, a personalidade dá-se a conhecer ao grande público com o célebre programa televisivo Conversas Vadias. Passados vinte anos trazemos, em colaboração com a Associação Agostinho da Silva, os “entrevistadores” do Professor ao ZonaFranca|Bartô, para uma descontraída conversa sobre a figura, a entrevista em questão e as profundas alterações que se foram operando durante o tempo que nos separa das suas eloquentes formulações. Neste mês senta-se à mesa connosco Adelino Gomes, um dos mais consagrados jornalistas portugueses e um dos mais polémicos entrevistadores do Professor.
