Março 29, 2012
Categorias: (in)continente - domingos . . Autor: associação zona franca . Comentários: Deixe um comentário

4ª feira, 28/3 a partir das 22h
Vamos poder ouvir os textos e as vozes que marcaram o poetry slam lisboeta nos últimos tempos. Sem notas nem competição, “apenas miúdos” a partilhar palavras, só slammers convidados, com a única condição de não ultrapassarem os três minutos de antena. No fim haverá microfone aberto para quem quiser slamar.
O cartaz de Poetry Slam vai contar com Sir Scratch, Silva o Sentinela, Ana Reis, Viton Araujo, Vera Cruz, Raquel Lima, Nilson Muniz, Mick Mengucci, Leandro Morgado, Tiago Gomes, Paula Cortes, Ricardo Blayer, Sérgio Amaral etc. etc. etc. slam slam slam bom bom bom
organizada por Paola d’Agostini
Patché di Rima despertou para o mundo da música em Bissau, no ano de 2000, incentivado pelo grupo Vatos Locos e Cicero Spencer Gomes. Com a sua boa música, empenho e dinamismo, tornou-se conhecido na sociedade guineense, já na banda musical Solo Crioulo, mais tarde como Mantambeza. Além de músico, animava campanhas de prevenção de doenças, defesa de mulheres e crianças, e conquistou um festival de música. Foi o mentor e o produtor da primeira coletânea de música moderna guineense “Guiné no Coração”. Depois de palcos internacionais e muitos prémios, criou o novo estilo musical, o sikó, que diz ser o renascimento da nova identidade africana. Rendez vous de Siko ultrapassa fronteiras e une gerações num forte apelo à reconciliação, formação de quadros e à verdadeira paz para o tão sofrido continente africano. Este será um concerto memorável com a sua garra que inebria multidões!
A música pode mudar (e muda mesmo) do Soul para o Rock, e depois do Electro para o Ska, e ainda do Yé Yé para o Pós Punk, e voltar ao início, mas o que não muda é a boa disposição e performance informal das três DJ´s que dão pelo nome de Swinging Sisters. A Twiggy, a Lady Brighton e a Miss Parsley. Enquanto colocam as músicas dançam, saltam, fazem que cantam, enganam-se a carregar nos botões, tudo o que nós, humilde público, por vezes temos pudor de fazer. Mas com elas ao vivo o vírus pega-se e somos levados a swingar em uníssono.
Conjunto mítico do underdesert Mexicano, formado em 1977, Los Santeros invadiram a Europa há 13 anos. Nickie Santero (Guitarra); Chicken “Birdie” Joey (Baixo e Voz) e Fast “Eddie” Nelson (Bateria e estupidez a rodos), juntaram-se em Chihuahua, México, com uma única ideia na cabeça: beber e tocar rock’n'roll – sempre por esta ordem. Depois da morte de Fast Eddie, da apropriação indevida de todos os bens da banda por parte de Nick, e da descida vertiginosa de Chicken ao sub-mundo do álcool, a banda reagrupou-se e decidiu permanecer em Portugal. Los Santeros são art-surf; novo-riquismo-mariachi; slow-punk; death’n'roll pontilhista e a melhor desculpa para apanhar uma bebedeira.
http://www.myspace.com/lossanteros”www.myspace.com/lossanteros
ENTRADA 3 EUROS
Vamos poder ouvir os textos e as vozes que marcaram o poetry slam lisboeta nos últimos tempos. Sem notas nem competição, “apenas miúdos” a partilhar palavras, só slammers convidados, com a única condição de não ultrapassarem os três minutos de antena. No fim haverá microfone aberto para quem quiser slamar. 
Este grupo traz Cabo Verde da periferia de Lisboa ao coração da cidade. No ritmo delirante do funaná, com o seu andamento variável e compasso binário, sem esquecer o ferro e a gaita, esta música e dança não deixam ninguém ficar sentado. Sobretudo quando são os Rabentola a dar gás à noite. É caso para perguntar: “bô crê dançá ma mim?” E depois não larga mais.