6 domingo (in) continente Ngoma Moçambique

Atentos aos ritmos e instrumentos tradicionais de Moçambique, cheios de influências e referências históricas, o Ngoma transmite-nos um enigmático sentido de intemporalidade no seu improviso, criação e a execução instrumental é sacralizada.
Genitho Rasta – voz principal, banguwe, xibabatone e sanse; Diogo Santos – ritmo solo, Uta Santana – congas, bongos, chigovia e back vocal, Dito Luluxo – cabaça e percussão fina; João Cabral – baixo.

5 sábado giródisco com Dj Marfox

“Um banger de festa de bairro, um brilhante exercício de percussão, um épico tecnóide (barroco, escuro & labiríntico) e a melhor peça de garage, kuduro que já ouvimos até hoje. É o tipo de estrago benigno que DJ Marfox irá inflingir nos próximos largos anos. A sua música chega-nos com uma poética brutal, do domínio exclusivo da Lisboa periférica, um extenso pedaço de terra com um novo conjunto de padrões culturais, singularidades artísticas e de personalidade que começam as suas transmissões de alcance mundial a partir daqui. É um absoluto privilégio e uma honra partilhar este momento convosco.”
http://djmarfox.pt.vu/
http://www.facebook.com/DeeJay.Marfox

http://www.youtube.com/user/Principediscos

Entrada livre

4 sexta-feira tocatinas, Oficina do Cego

Dj Adèle Blanc-Sec e amigos
Detective e jornalista de dia, dj amadora “by-night “, Blanc-Sec  vai botar discos com a ajuda de alguns amigos nesta festa da Oficina do Cego. Não há critério nem sequência lógica, muito menos  temporal:  apenas música à vontade dos fregueses atrás do gira-discos.
Entrada livre

3 quinta-feira, quintas dimensões

 Asimov
Descritos como azeiteiros setentistas, os ASIMOV apresentam um heavy psych boogie blues rock extraído dos melhores lagares que a música psicadélica tem para oferecer. Uma mistura de Hawkwind com Status Quo, os ASIMOV estão prestes a lançar em vinil o seu primeiro longa duração, ‘Algures No Mundo É Noite’, onde conjugam o rock directo de alguns com o psych folk de outros. Tocando ao vivo desde 2011, os concertos da Dupla Psicadélica do Cacém estão a começar a atingir o estatuto de lenda rock and roll, onde volume e groove entram em força, contagiando os espectadores a dançar, a beber, a curtir e a passar um bom bocado. Citando Viv Savage, o seu lema é: To have a good time, all the time.

Low Torque
Os Low Torque são uma banda dividida entre Palmela, Setúbal e Lisboa com uma sonoridade southern rock / stoner e metal. A banda é composta pelo guitarrista  André Teixeira (ex-Dollar Llama, ex-Hills Have Eyes, ex-We Are The Damned ), o baterista Hugo Raminhos (ex-One Hundred Steps) o baixista Miguel Rita (ex-Tears Of The Sun ) e pelo vocalista Marco Resende (ex-Scar For Life).
O álbum de estreia será lançado no inicio do ano de 2012, produzido pelo guitarrista da banda André Teixeira, contando com 15 originais. A banda vai andar pelas estradas nacionais a promover a sua música e energia, estando a planear a invasão aos palcos europeus para muito breve.
http://www.facebook.com/lowtorque
Entrada 2 euros

2 quarta-feira, Conexão Ibérica, espetáculo de flamenco com o guitarrista Agustin Carbonell Bola

Peña Flamenca Al Aire apresenta um espetáculo que descortina um pouco a cultura do país vizinho. Geograficamente próximos, unidos na  península Ibérica, mas ao mesmo tempo tão desconhecidos, a música faz uso do seu poder universal:  das linguagens melódicas fez pontes, e  com os silêncios da história orquestrou cumplicidades. Além de trazer um pouco da alma Ibérica do lado de lá da fronteira, monstra-nos uma forma única de sentir e interpretar o Flamenco originário da diversidade das raízes culturais dos demais integrantes.
Agustin Carbonell “El Bola”: guitarra flamenca
Roberta “La Mossi”: voz (cante flamenco)
Fátima Fernandez: baile

Entrada 3 euros

30, segunda-feira Festa da Preguiça (Especial 1º de Maio)

Festa da Preguiça (Especial 1º de Maio) com:
Bitch Set (Dj) (Andreia Cunha e Banana)
Sr Comendador e Sua Sobrinha (Dj set)

No dia do trabalhador festejamos a preguiça. Não exaltamos o trabalho que nos faz mal às costas, dançamos sobre ele como quem tem a certeza de que não ter trabalho pode ser uma catástrofe mas que tê-lo é ainda pior. Dançar é, nesta noite, o contributo possível para driblar a miséria.

29 domingo (in)continente Janice da Silva

Nasceu no Mindelo, em Cabo Verde, em 1981. Tendo desde cedo mostrado interesse pela música por influência do avô materno que tocava violino, aos 20 anos deu início a sua carreira musical. Em 2007 participou no famoso concurso de voz “Todo mundo canta” onde se destacou e foi distinguida como cantora “Revelação”. Também participou no Festival Internacional Baía das Gatas acompanhada por célebres músicos, como BAU e VOGINHA.
Também participou nos últimos álbuns de Cesária Évora.