31 quintas dimensões com Sérgio Godinho

Lançamento de dois livros de Sérgio Godinho: Sérgio Godinho e as 40 ilustrações e o livro de crónicas Caríssimas 40 canções da editora Abysmo. Conversa entre o autor e João Paulo Cotrim. Com a presença dos ilustradores.

Todos temos as nossas canções do Sérgio Godinho, que acompanham a nossa vida e se confundem com um património pessoal. Esta é a oportunidade para ouvir estórias das canções pela voz falada desse grande escritor de canções e cronista do quotidiano.

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Sérgio Godinho e as 40 Ilustrações

“Ilustrada a música destas quarentas maneiras, percebo agora melhor o que dizem as palavras e os sons.”
Sérgio Godinho

“Quarenta anos ou mais se podem encontrar em cada canção de Sérgio Godinho, os minutos todos enrolados num novelo, que ora fica na garganta ora nos desce aos punhos, pedras que desatam a série de ondas concêntricas da memória que ainda agora está por nascer.”
João Paulo Cotrim

Neste livro combinam-se letras de canções e ilustrações de quarenta ilustradores portugueses. As canções de Sérgio Godinho serviram de inspiração a nomes como Jorge Colombo, André Carrilho, João Maio Pinto, Nuno Saraiva ou Luís Lázaro.
Este livro marcou também a estreia da editora Abysmo e é o resultado da colaboração entre Sérgio Godinho, que escolheu as letras, e João Paulo Cotrim, o editor, que escolheu os ilustradores.

Caríssimas 40 Canções, Sérgio Godinho e as Canções dos outros

“Sou um músico. E na música englobo as palavras – nesse aspecto, sou um poeta; englobo o estar em palco – e nesse aspecto, sou um cantor; e sou também um compositor, porque também faço melodias e ritmos.”
Sérgio Godinho

Neste livro, no ano em que foi celebrando uns bem medidos 40 anos de canções, Sérgio Godinho abordou, em crónica semanal no jornal Expresso, outras tantas canções de amigos e conhecidos ou isso se tornaram depois de ouvidos, apesar de terem desaparecido ou nunca se terem cruzado. Aqui se reúnem esses textos, revistos e aumentados, que são janelas para nomes como Bob Dylan ou Zeca Afonso, Noel Rosa ou Caetano, mas também Jacques Brel ou The Beatles, sem excluir The Kinks, José Mário Branco ou Tony de Matos. Não ficaremos apenas a saber mais sobre cada uma das canções, mas sobretudo a visão íntima de quem conhece a música, os instrumentos, os intérpretes e a sua circunstância.

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