Dias e tempos

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Festa de inauguração no domingo

cartaz

Inauguração: quase a rebentar!

Inauguramos dia 20 de Janeiro, das 15h às 22h!
Até lá é obras, limpezas, arrumações e cigarros!
PS. alguém tem cadeiras e/ou mesas para nos oferecer?

Zona Franca nos Anjos

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Chegámos agora mas não somos estranhos. Antes estivemos por aqui e por ali, nomeadamente a programar o Bartô, no Chapitô. Na verdade, já andamos há algum tempo pelas Novas Nações – alguns já devem ter reparado em nós nas obras, nos cafés e ruas do bairro. Somos a associação Zona Franca e queremos ajudar a combater um certo deserto social desta zona da cidade. Conhecemos vizinhos e amigos que escolheram morar neste bairro onde nos sentimos “no bairro”. No entanto, foi pela constatação da falta de espaços onde dê para fazer, ver fazer ou fazer em conjunto muitas das coisas que em casa se tornam difíceis, entediantes ou impossíveis que decidimos pôr mãos à obra para abrir este espaço. Onde há também certamente lugar para nada fazer.
 
O espaço que agora abrimos é para todxs, assim mesmo, sem géneros definidos. E nele cabem muitos brinquedos: comida, desporto, livros, música, cinema, conversas e oficinas, para miúdos e graúdos. Mas queremos que tudo isto seja resultado da participação de todxs nós. Assim sendo, chamamos os vizinhos a dois tempos: venham conhecer esta nova casa e colaborem, desde já, com ideias para que viva por muito tempo. Por enquanto abrimos propositadamente sem oficinas, iogas, cabeleireiros, ciclos de cinema já definidos porque queremos o máximo de propostas em cima da mesa para decidir entre todxs o que faz mais sentido por aqui. Por isso aguardamos que estas nos cheguem o mais breve possível, por email ou simplesmente desçam ao espaço para dois dedos de conversa.. Enquanto se reúnem as ideias abrimos para já com uma mercearia de improváveis produtos, salas para estar e deixar ficar, ler, trabalhar conviver. Para que a barriga não aperte, a qualquer hora, podemos comer boas tapas e outras iguarias, de produtos preferencialmente comprados no bairro, onde há ainda bons redutos de frescura e oferta de sabores nada uniformizados, ou comprados fora, por aí, junto dos produtores, enfim, onde encontrarmos mais frescura nos nossos passeios.
 
Até já no Zona Franca.