27, Quintas dimensões com Quarteto Sintético

mendezchallengepostQuatro jovens músicos com um elo comum, o jazz! Depois de estudos no domínio do swing clássico, brotou este projecto que consiste em tocar temas antigos que gostamos e que apenas tenham em comum a particularidade que procuramos, o groove, que pode saltar de vários estilos musicais desde o próprio Swing, ao Rock, ao Reggae e pois claro o Funk. Tentamos que o mais importante não seja o estilo mas sim o feeling, esforçamo-nos  por personalizar as músicas sem pretensões, até porque se tratam de interpretações e sem qualquer intuito de concorrer com as originais. Em fim, tocamos temas que nos dão prazer e que independentemente do tempo percorrido são ainda perfeitamente atuais, a boa música vive para sempre!

Bruno Vieira – Guitarra; Francisco Cardoso – Baixo; Francisco Araújo – Saxo e André Jessen – bateria

Entrada 2 eur

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20 Quintas dimensões

Tertúlia “antes de começar a fazer”

E porque não juntar pessoas da dança, da literatura e das artes plásticas para discutir o que envolve e está em trânsito nesse momento em que se começa a pintar, a escrever, a dançar?

a propósito e a partir de dois textos de Gilles Deleuze, «a pintura antes de pintar» e «O Diagrama» (dois capítulos de «A Lógica da Sensação», edição Orfeu Negro)

Convidados: Miguel Cardoso, João Fiadeiro, Fernanda Eugénio, Filipe Pinto e Gonçalo Pena. moderação Miguel Castro Caldas

 

13 Quintas dimensões com “Nilson Muniz e Emanuele Correani – VIR-OU-VIR”

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Cantautor brasileiro, Nilson Muniz apresenta em suas canções uma grande variedade de cores e estilos. Sua peculiar forma de lidar com sons e imagens, resulta numa delicada trama poética que explora e valoriza a diversidade da palavra.
 Ao lado de Emanuele Correani, guitarrista italiano de exímia performance e vasto leque musical,  traz para esta apresentação alguns de seus temas originais, bem como releituras  de clássicos do samba e da mpb, percorrendo por sonoridades e atmosferas variadas em um viajante experimento acústico de voz e guitarra.

www.myspace.com/nilsonmuniz

entrada 2 euros

dia 6, Quintas Dimensões com Bilan

Estimulante músico com origem nas ilhas cabo cabo-verdianas, com a vantagem de uma abordagem que mais urbana, atraída por famílias sonoras diferentes. Natural do Mindelo, veio estudar para Portugal no ano 2000 e tem ficado por cá, crescendo como cantor, guitarrista e compositor. Depois do EP “Ar, Água” (2008), o seu novo registo em disco, “Ilha”, debruça-se sobre o sentimento de saudade que une um povo em grande parte na diáspora. Canta e sente em crioulo. Apresenta-se no Bartô com um lado mais intimista que resulta da combinação de ” Voz e Violão”.

ENTRADA 3 eur

http://www.youtube.com/results?search_query=bilan+filosofia

29 quinta-feira – quintas dimensões

David Lopes Acoustic Trio &  Parkinson- AntiCaspa DJset

Um regresso ao Barto para apresentaçao do novo trio, com Tiago “Chefe” no baixo e Javi Mojave na percussao, e dos novos temas, das vàrias calçadas por onde passa. David Lopes, na voz e guitarra, convida-vos a a participar.

Depois do concerto: Parkinson – AntiCaspa DJset

 Entrada 2 euros

22 quinta-feira – quintas dimensões com O Martim

É possível que já se tenha visto O Martim a arrastar o seu contrabaixo de um lado para o outro do país. Entre Lisboa e Porto, por escolas de Jazz e universidades de música, por palcos ao lado do mestre B, vestido de soldado de Abril ou até mesmo em algum talkshow televisivo… Não quer perder tempo, mas gosta de dormir a sesta. Garante que não é poeta, mas o que é certo é que agora deu em cantautor, e promove o seu primeiro disco: “Em banho Maria”. Diz que escreve canções e toca baixo, para não fazer muito barulho. Deixemos o fazer barulho com o público…

Martim (Voz, guitarra), António Quintino (Baixo eléctrico, voz), David Pires (Bateria, voz), Iris Sarai (teclas, voz)

www.omartim.com

Entrada 2 Euros

15 quintas dimensões

Projecto “Comida”

 “Meu nome é comédia, mas não cuideis que me haveis por isso de comer.”

Texto de Miguel Castro Caldas; encenação e Interpretação – João de Brito

«Comida» é um actor que aparece diante de um público e começa a dizer coisas. Essas coisas foram previamente escritas e o actor tem-nas decoradas. O público está perante um caldo de voz e texto que oscila entre quem escreve, quem diz o que foi escrito, quem come e quem fala. «Pode-se, com certeza, escrever a comer mais facilmente do que falar a comer; no entanto a escrita transforma mais as palavras em coisa capazes de rivalizar com os alimentos.» Isto diz Deleuze-Guatary, mas o dizedor deste monólogo acrescenta que em comum entre falar e comer há os movimentos da boca, «a boca muda a comer, a boca muda a falar». A boca muda a falar. Como é que uma boca muda pode falar? É deste paradoxo que a peça trata. MCC

Entrada 2 euros

 

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