O músico-actor-percussionista angolano Mestre Capitão, conhecedor de ritmos afro-latinos e não só, trabalha com quase todos os músicos africanos de renome residentes em Portugal e espalhados pelo mundo. Desta vez apresenta o seu projeto Mestre Capitão y Kambas com sons quentes da banda, entre sembas, kilapangas, rebitas e kabetulas e outros mais improváveis. A não perder este espectáculo irrepetível.
Nir – bateria, Renato – baixo, João – guitarra solo, Sting – guitarraritmo, Mestre Capitão – percussão e voz; e outros artistas convidados
ENTRADA LIVRE
Imagine-se que, durante umas horas, poder-se-ia apagar fronteiras com uma borracha, acender fogos com dois calhaus e ser-se de qualquer tribo, da África à Europa de Leste, passando por Brooklyn e beijando praias tropicais. É que, desde 1999, pode ser-se cidadão do mundo com um Bailarico Sofisticado assim – que o digam os milhares de pessoas que, com eles, fazem nascer o Sol no encerramento do FMM de Sines.
Nascido em Luanda, este jovem músico vem de uma família recheada de grandes cantores como seu pai Maiuca Marta, de Cabo Verde, que pertencia aos “Grito di povo, Zimbos e Os Merengues”, bem como seus irmãos tios e primos. Actualmente em Portugal, Gerson escreve e compõe todas as suas canções. Pertenceu a bandas de rock como os Altruístas e os Sonhadores. É guitarrista das bandas ONE LOVE FAMILY (reggae), Oquestrada (Tasca beat Português), 2KR (zouk Kizomba, semba), REAL (r&b), D-BONE (Heavy Metal), The Shocklats (rock-pop). Já actuou em palcos com Tito Paris, Paulo Gonzo, Sara Tavares, Fafá de Belém, Anselmo Ralph, Yuri da Cunha entre outros. Lança agora o seu primeiro disco intitulado “Shakespeare”, e vamos assistir a esse grande momento.
Gerson Marta (Voz e guitarra rítmica), Ian Carlo Mendonza (Bateria), Kalu Ferreira (Teclados), João Cabeleira (Guitarra), Paló Figueiredo (Baixo), Tatiana Araújo (Percursão e voz)
Participações especiais: Nir Paris e Sali (Bateria), Violino (Inês Vieira), Vitor Ilhéu (Trompete) , Hugo Gaito (Saxofone).
Entrada 3 euros
MAG (Suécia)
MAG trabalha com sampling ao vivo de trombone, megafone, voz, guitarra, o som e todo o barulho à sua volta. A música constrói-se através de rascunhos. Do mais pequeno e simples elemento a música vai crescendo até uma gigantesta orquestra distópica que consegue ser, por vezes, contida e sugestiva, outras selvagem e caótica. MAG aka Magdalena Ågren vem-se envolvendo, desde 1995, em diversos projectos colectivos. Actualmente está mais dedicada ao seu projecto a solo que já mostrou em vários países da Europa, EUA, Canadá, apresentado agora em Portugal, em primeira mão pela Zona Franca e a Associação Terapéutica do Ruído.
S for Seward
Performance musical de euro-dance avant-garde. Perdidos entre a Mouraria e Interzone, os “S for Seward” exploram o universo de William S. Burroughs através de ambientes musicais. Contrabaixo, percussão e electrónica fundem-se num improviso que invoca tanto escritores “beat” como compositores minimalistas ou avant-garde.
Jorge Nunes – percussão e electrónica; Bernardo Álvares – contrabaixo
Lisboa, menina e moça. A Lisboa das colinas, dos motéis, dos hostels. A Lisboa antiga, a Lisboa moderna. A Lisboa da diáspora e a Lisboa dos imigrantes. A Lisboa quieta e a Lisboa que não pára. E até mesmo a Lisboa que podia ser e ainda não é. Sobre todas estas Lisboa há perguntas para fazer. E estão todos convidados para as responder. Junta-te a este divertido jogo que percorre a nossa cidade, com as perguntas de Domingos Farinho
As duas irmãs gémeas Tatiana e Tânia Araújo são as Gingongo. Nascidas em Lisboa, filhas de pais angolanos, partilham desde sempre uma enorme paixão pela música. Participaram em diversos projectos musicais e agora decidem apostar num estilo world music. Apresentam os seus originais produzidos e editados pelas mesmas, oferecendo um espectáculo cheio de paixão e magia onde só os sentidos serão os nossos guias.
Esta banda de tributo à música do grande Frank Zappa mergulha num reportório infinito de mais de 60 álbuns, tentando trazer à tona a visão iconoclástica pela qual o compositor, guitarrista, produtor e director de cinema sempre se pautou. Irreverente defensor da liberdade de expressão e de práticas autodidáticas provocou e ironizou a sociedade americana e outras mais. Sem constrangimentos, esta noite promete uma grande viagem pelo rock psicadélico.
Filipe Vidal – voz, guitarra, teclas; guitarra e voz – Cláudio Magalhães – voz; baixo – Rui Arroja; João Quintino – bateria.
ÀS 22h